sábado, 26 de maio de 2018

SEM CONTRATO...




Se eu fosse o Vettel e o Hamilton...começaria a me preocupar com esse cara.

O piloto alemão e o inglês até agora foram "tratados como reizinhos" pelas suas respectivas equipes.

Tiveram sempre tudo do melhor, mas agora a sombra de Daniel Ricciardo paira sobre suas cabeças.

É só um palpite, mas quem parece mais preocupado é Sebastian Vettel.






Só para dar uma alfinetada nos "calças curtas" ingleses que só falam bobagens.

MAX VERSTAPPEN É MELHOR DO QUE AQUELA TURMA TODA JUNTA!!!!!!

Juntando aqueles 19 não dá um Verstappen!



P.S. Com a troca de câmbio do Max não tivemos e não "teremos" o tão aguardado confronto entre os dois carros da Red Bull.

Daniel Ricciardo SOBROU nos treinos e chegou a colocar meio segundo em cima da Mercedes e Ferrari.










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UAU!!!!! Vamos torcer para que o choque do Max não tenha afetado o câmbio nem o chassi, porque esse treino classificatório tem tudo para ser o mais emocionante do ano.

Os dois (fantásticos) pilotos RBR revesando-se na liderança do TL3 já é uma amostra de como vai ser o treino oficial.

Uma pena o que aconteceu com o Max. Vamos ver a atitude da direção de prova em relação a Renault do Carlos Sainz.

Aquele trecho é um dos mais perigosos do circuito de Mônaco. Segundo os pilotos, eles fazem a primeira perna do S com o "pé no fundo", e você cruzar com um carro lento e muito perigoso.

Ficou claro que Max tomou um susto e acabou por perder a concentração, quando ocorreu o choque com o guard-rail.

Não percam os treinos oficiais!!!!









quarta-feira, 23 de maio de 2018

terça-feira, 22 de maio de 2018

PRIMEIRA POLE?



Será que sai nesse domingo. Estou na torcida e gostaria muito de ver ele puxando a fila na St Devote!












MONACO




1985 - Mônaco tem a tradição de raramente premiar o piloto mais arrojado e combativo. Foi assim em 1982: Rene Arnoux liderava e bateu; Alain Prost, que passou à liderança, também bateu e o novo e terceiro líder, Didier Pironi, ficou sem gasolina. Riccardo Patrese, que vinha calmamente atrás, ganhou a prova.

No ano passado, Ayrton Senna ia ultrapassar Alain Prost quando Jacky Ickx encerrou o Grande Prêmio. Agora em 85, Alain Prost teve a sorte que lhe faltou em 82: foi o vencedor, com apenas uma única ultrapassagem, sobre Nigel Mansell, quando disputava o terceiro lugar.

A grande vedete deste ano, e que deu um show de pilotagem, baixando sucessivamente o recorde da pista, foi Michele Alboreto com sua fantástica Ferrari.

Por falta de sorte amargou o segundo lugar e assim perdia mais uma chance de obter sua primeira e já merecida vitória nesta temporada.

Seu grande adversário, desde os treinos  de classificação, foi Ayrton Senna, que apesar de usar o novo motor Renault EF-15, mais potente, teve o mesmo problema surgido no warm up do Grande Prêmio do Brasil: vapor de água nos cilindros.

Sem Senna pela frente (parou na 13ª volta), Michele Alboreto esteve na liderança duas vezes, posição que perdia para Prost.

Na primeira vez, escorregou no óleo deixado pela impressionante colisão entre Patrese e Piquet. Na segunda, ainda consequência do acidente, parou nos boxes com o pneu traseiro esquerdo furado.

De pneus trocados, e mostrando que a Ferrari é hoje o carro mais equilibrado e competitivo da Fórmula 1, Alboreto pulverizou os tempos do Circuito do Principado e só descansou quando assumiu a segunda colocação, sua terceira na temporada.

Dessa forma, tanto ele quanto Alain Prost vão deixando cada vez mais claro que os tabus que perseguem seus países na Fórmula 1 desde 53, com Ascari, a Itália não levanta um título, e a França nunca teve esse gosto, poderão cair este ano.

Qual deles será?










segunda-feira, 21 de maio de 2018

2008 MONACO / FELIPE MASSA
















CONTRATO DE LEWIS HAMILTON




Amigos, tenho lido algumas notícias sobre o contrato de Lewis Hamilton, mas é aquela coisa de sempre, alguém dá um pitaco e em seguida todo mundo na internet repete e no fim fica só no boato. Então, a gente fica sem saber se a notícia tem fundamento ou não.

Vou dizer para os senhores o que eu acho. Em primeiro lugar a única pessoa que você pode dar algum crédito é o Niki Lauda, ele não é o tipo que fica espalhando boatos. Segundo ele, Lewis fica na Mercedes. Do lado do time está tudo certo, inclusive a parte do dinheiro.

Tem outro indicativo, no último GP a direção toda da equipe esteve presente assistindo o GP, inclusive seu presidente. Conclusão que chegamos, é de que o entrave nas negociações é do lado do piloto. Pelo menos é isso que está parecendo.

Agora eu vou dar o meu ponto vista de tudo isso. Se eu fosse dirigente da Mercedes, eu pensaria duas vezes antes de renovar com o Lewis. Explico:

Em primeiro lugar, tem o Daniel Ricciardo solto no mercado. É o único piloto na atual F1 que está pronto para substituir Sebastian Vettel ou Lewis Hamilton. Se a Mercedes ou Ferrari trocarem os seus principais pilotos pelo australiano, o nível não cai, e pode até subir, porque Ricciardo está mais faminto do que os "veteranos" Vettel e Hamilton. Esses dois, já tem 4 títulos cada um, são famosos e muito ricos, estão de barriga cheia, enquanto Ricciardo está com um apetite louco.

Em segundo lugar, na minha opinião, tem o problema de um dos dois (Ferrari ou Mercedes) perderem o australiano para o rival. Além de você perder um excelente piloto, você estaria dando munição para o seu inimigo.

E o caso na Mercedes é mais complicado que na Ferrari, como explico a seguir.

Caso a Mercedes renove com o Lewis, na minha visão, ela corre um risco maior.

O problema deles nesse começo de temporada, não foi só carro. O maior problema foi com o seu principal piloto. Lewis Hamilton só resolveu acelerar na Espanha. Nas etapas anteriores ele teve um rendimento medíocre (diante do seu potencial) e só lidera o campeonato por "sorte" e azar dos outros.

Agora vocês imaginem se a Mercedes renove por 2 ou 3 anos e descubra que vai ter nos próximos anos um Hamilton "desmotivado e entediado". Enquanto na Ferrari teríamos (hipótese) um jovem Ricciardo, na plenitude da sua forma, em busca do tão sonhado título mundial.

Agora explico porque o risco na Mercedes é maior.

É maior porque ao contrário da Ferrari, o time alemão não "tem cacife" suficiente para dar um "ano sabático" para o Hamilton. Teria que engolir o piloto inglês por dois ou três anos, pilotando "bem ou mal". 

Já na Ferrari é diferente, porque se o Vettel (com contrato até 2020), "pipocar", eles tiram o cara de cena rapidinho (ano sabático). O time italiano tem dinheiro para fazer isso, já fizeram isso com o tetra Alan Prost, por que não fariam com o Vettel?

E nenhum desse dois times tem "segundo" piloto à altura dos seus titulares. No caso da Ferrari, Kimi (40 anos) está em fim de carreira. Adoro o Kimi, ele vai fazer falta na F1, mas não dá para competir com gente que tem a metade de sua idade. Na F1 de hoje, com 20 anos já é considerado "veterano", não falam isso do Verstappen?

No caso da Mercedes todo mundo já viu que o Bottas é só um "sólido 2º piloto". Tem o Esteban Ocon, talento ele tem, mas será que já tem experiência e maturidade para liderar um time. Na Force India esta indo bem, mas lá ele divide as responsabilidades com o experiente Perez. Pode até ser mais rápido do que o mexicano, mas o Perez é uma referência para ele,(vide o caso do Stroll, tinha o Massa como referência e esse ano não tem ninguém).

Por tudo isso, eu continuo achando que o Daniel Ricciardo é uma peça fundamental no futuro dessas duas grandes equipes.











sábado, 19 de maio de 2018

BIRD, ZAGATO, VOLPI... AND CIRCOLO




Amigos, sábado chuvoso em Sampa, bom para ficar em casa com Charlie Parker, Elio Zagato e um cafezinho quente no Volpi!

Fiz uma sessão de fotos de uma escultura da Alfa Romeo vestida por Carrozzeria Zagato. Esse Alfa é lindíssimo, pesava somente 650 kg e chegava aos 216 km/h.

O modelo em escala 1/18 feito pelo fabricante Autoart reproduz com excelência todos os detalhes desse maravilhoso automóvel.

















MODELO: Alfa Romeo TZ (Tubolare Zagato)
ANO: 1963
DESIGNER: Ercole Spada
ESCALA: 1/18
FABRICANTE: AUTOART
REF: AA70196

CIRCOLO DOLCE GUSTO
DESIGNER: Pierre Struzka
ANO: 2010
WINNER: Red Dot Award