quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

UNBELIEVABLE 2









Quem matou Odete Roitman?


Amigos, tudo indica que a novela vai acabar na sexta. O último capítulo da saga da equipe Williams em busca de um piloto.

Deve ser para reprisarem o capítulo no sábado.

Unbelievable!!!!!!!







segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

FÓRMULA VW 1600





1980 - Ao obter sua quinta vitória consecutiva na Fórmula VW 1600, dia 20 de julho em Interlagos, Antonio Castro Prado quebrou o recorde de Nelson Piquet, que havia vencido quatro corridas seguidas em 1976, e igualou o número de vitórias de Alfredo Guaraná Menezes, 10 vitórias na categoria.

Apesar do protesto feito por Vital Machado, terceiro colocado, contra o motor e o combustível de seu carro, nada de anormal, entretanto, seria constatado.

Antonio Castro Prado não parecia preocupado com isso e diz:

"Vou vencer as nove corridas da temporada e bater todos os recordes".

Mais contentes ainda estavam seus preparadores Anésio e Manelão, a quem Castro Prado destinou os Cr$ 16 mil provenientes do protesto feito por Vital Machado.

Quando o carro protestado está dentro do regulamento, o dinheiro depositado para o protesto vai para o piloto desse carro, e é praxe que esse o destine a seus mecânicos.

"Se quiserem pagar mais Cr$ 8 mil, podem abrir também o motor que usamos nas provas de classificação", dizia Manelão.

O protesto foi causado, naturalmente, pela facilidade com que Castro Prado conquistou mais essa vitória.

Já nos treinos, ele havia conseguido baixar extra-oficialmente o recorde da pista de Interlagos para a categoria, com o tempo de 2min58,21s.

Dada a luz verde para a primeira bateria, ele iria apenas confirmar essa superioridade ao tirar quase 3 segundos de vantagem por volta, sobre o segundo colocado, José Pedro Chateaubriand, além de estabelecer o novo recorde da categoria em Interlagos com 2min58,12s.

Na segunda bateria voltou a vencer com a mesma facilidade, embora o motor de seu carro estivesse falhando e a pista, muito suja de óleo, já não permitisse marcas conométricas de destaque. Chateaubriand de novo ficou com o segundo lugar e dizia ter achado normal o desempenho do carro de Castro Prado. O único inconformado era Vital Machado:

"Não é possível ele ser tão rápido nas retas. Ou está com o carro fora do regulamento ou os outros preparadores tem que voltar para a escola."

Jan Balder, chefe da equipe de Castro Prado, tinha uma explicação:

"Há dois anos, o Guaraná já virava 2min59s e no ano passado, já com o álcool como combustível, os tempos andavam próximos disso. Nós conseguimos baixar um pouquinho, entre outras coisas porque o nosso trabalho de oficina, com dinamômetro, está muito bom".

Depois da vitória em Interlagos, Castro Prado já pode se considerar o novo campeão da categoria mais veloz do automobilismo brasileiro.






1979 - THE LOGICAL SONG







sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

HAPPY BIRTHDAY ROBERT!



Robert Kubica completa hoje 33 anos, dei uma olhada no facebook da Williams para ver se tinha algo no #WeAreRacing, nada. Só um "happy" para a Susie e para o Keke que completou 69 ontem.

A coisa lá na Williams tá bem enrolada, aposto que ninguém sabe o que está acontecendo. O próprio Massa que era funcionário e batia o cartão todo dia na fábrica, ficou sabendo do teste do Kubica pelos jornais. Resumindo, o que sai é só especulação.

A imprensa inglesa sempre pisando em ovos para não ferir o sentimentos do "querido" Robert e da "queridinha" equipe Williams, a xodó do Reino Unido. Aposto que se fosse um time italiano já tinham descido o cacete.

"Falta de comando", "Incompetência", "Falta de Planejamento", seriam as manchetes diárias. Mas como é com a Williams ... silêncio...

Eu não mudo minha opinião. Aquilo foi uma retalhação contra o Massa, só que a coisa saiu do controle. Explico:

Posso estar equivocado, mas acho que aconteceu alguma coisa entre Massa e a equipe na hora de discutirem se prologavam o contrato dele para o próximo ano. Repito o que já falei aqui em post anterior, a equipe tem todo o direito de trocar o seu piloto, mas o que pega são os nomes escolhidos. Todos inferiores ao de Massa. 

Se a Williams anunciasse como candidatos Kvyat, Palmer ou Lando Norris, por exemplo. Eu não trocaria Massa por eles, mas seria uma opção mais "realista" do que o "conto de fadas" de um Kubica ou DiResta.

Na minha teoria, como as duas partes não chegaram a um acordo, Claire resolveu mostrar que não faltariam opções para o assento na Williams. Então divulgaram apressadamente os nomes de Kubica e DiResta.

Puro conto de fadas porque nenhuma "equipe séria", iria divulgar o nome do Kubica sem antes saber se ele teria condições de voltar a conduzir um F1. Seria muita irresponsabilidade fazer isso. Só que a gente sabe que a Claire tem "pavio-curto" e deve ter feito isso num momento de "fúria".

Acontece que a "volta do Kubica", como uma bola de neve, foi crescendo. Ganhou apelo popular. Virou "quadro do Faustão", aquele onde o cara vai e conta histórias de sua vida sofrida, onde todo mundo chora e o cara ganha a simpatia de todos.

Notem que o nome de DiResta foi sendo descartado sem maiores consequências, mas no caso do Kubica a "bola de neve" está gigantesca e não dá mais para voltar atrás.

É só os senhores lerem os comentários na página da Williams. Não faltam comentários do tipo: "Por favor Williams de uma chance ao Robert" ou "Uma corrida só, se ele não for bem aí pode trocar"...

Insanidade total. Esses caras não devem ter ideia o quanto custa $ botar um carro de F1 na pista!

Essa "mentira" da Williams ganhou "perna longa" e se não contratarem o Kubica vai acontecer uma "comoção mundial". Não tem mais como voltar atrás.

E o que tudo indica, os tempos do Kubica não foram animadores. Porque se a coisa fosse boa já tinham divulgado com "estardalhaço".

E para complicar, o Massa não teve "dó" nas duas últimas corridas. Claire quase pariu outro filho quando o Massa enfiou 1 segundo no Stroll, antes de "pegar o seu banquinho e sair de fininho". Foi cruel.

Claire deve ter gritado: "Aquele baixinho filho-da-puta"...

Porque agora eles tem que arrumar um piloto que coloque no mínimo 2 segundos no Stroll. Senão o pessoal vai cobrar explicações.


Happy Birthday, Kubica!

Espero que não tenham dado falsas esperanças a você. Seria muita crueldade.










quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A BRIGA DAS VODCAS

Muita briga, dentro e até fora da pista na Stock Cars



1981 - A segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Stock Cars, disputada dia 26 de abril, no autódromo do Rio de Janeiro, foi a mais disputada do ano.

Não na pista, onde o paulista José Próspero Giaffone venceu com facilidade, mas sim perto do pódio, onde houve uma violenta briga entre os membros da equipe vencedora contra a de Reinaldo Campello, segundo colocado.

Foi a briga das vodcas: José Próspero Giaffone é patrocinado pela Orloff, enquanto Reinaldo Campello é da equipe Smirnoff.

Zeca Giaffone venceu com facilidade, principalmente depois de um acidente, logo após a largada, que atrasou Alencar Júnior e Paulo Gomes. Campello disputou o segundo lugar com Ingo Hoffmann e Alencar Júnior e acabou chegando 1 segundo à frente de Ingo.

PROTESTO

Ao final da corrida, Reinaldo Campello gastou 64 mil cruzeiros para protestar contra o carro do vencedor, alegando que seu preparador, Jaime Silva, havia rompido o lacre do câmbio depois dos treinos.

Campello justifica:

"Depois que o Zeca fez a pole-position, o carro foi lacrado, inclusive o câmbio, mas após a corrida notamos que o lacre tinha sido rompido".

"Protestei contra a classificação do Giaffone, pois ele feriu o regulamento da CBA. Mas o pior de tudo foi ouvir desaforos de membros de sua equipe".


RESULTADOS


  1. ZECA GIAFFONE / vodca orloff
  2. REINALDO CAMPELLO / Vodka Smirnoff
  3. INGO HOFFMANN / Cera Grand Prix
  4. LUIS PEREIRA / Lojas Abaeté
  5. ALENCAR JÚNIOR / Touroflex, Vasp
  6. JOÃO CARLOS PALHARES / Coca Cola, Diasa
  7. VALTEMIR "BOLÃO" SPINELLI / Touroflex, Vasp
  8. PAULO MAFRA / Vodka Kovak, Refricentro
  9. SIDNEI ALVES / Turismo Santa Rita
  10. FABIO SOTTO MAYOR / Laguna, Corpal







terça-feira, 5 de dezembro de 2017

DEPRESSÃO PÓS-PARTO

Resumo da ópera: Frank tá "gagá", Claire teve depressão e Lowe é o "marido da rainha"


Amigos, a novela continua... já virou mini-série "A Volta do Kubica".

Eu tenho alguma experiência com corridas e posso afirmar para os senhores que bastam 10 voltas para você saber se um piloto vai ou não vai.

É só colocar o piloto num carro e mandar ele dar dez voltas na pista, não importa pneu, carga de combustível, etc. Depois dessas 10 voltas já dá para você ter uma idéia se o cara vai dar conta do recado.

Agora no caso do Kubica o teste já se arrasta por 4 meses.

Antigamente o teste era só no cronomêtro. Hoje com toda a tecnologia a coisa é instantânea. 

Você sabe onde o piloto acelera, freia, vira o volante... Depois disso é só jogar no computador e comparar a telemetria com os outros pilotos. Os senhores concordam que não são necessários 4 meses pra tomar uma decisão.




Essa história começou a cheirar mal no instante em que ventilaram o nome de Paul DiResta. Explico:

DiResta é funcionário da empresa, tem o crachá da Williams e pode entrar na fábrica a hora que ele quiser. Tem dois anos como piloto reserva do time. Já deve ter umas 3 mil horas de simulador, porque mesmo ele não testando na pista, ele deve se manter em forma no simulador. Portanto a equipe conhece ele muito bem.

Além disso, este ano, com a impossibilidade de Felipe Massa disputar o GP da Hungria, Di Resta foi o substituto.

Foi testado "ao vivo" e "em cores", numa corrida real, como um carro real e em condições reais de corrida. Melhor teste que esse não existe.

Agora me digam, para quê aquele teste na Hungria, com um carro de 2014 que eles tiraram do museu, numa pista onde DiResta já tinha disputado três meses atrás, uma corrida real pilotando um carro atual.

Eu até agora não encontrei uma resposta para isso.



O caso do Kubica já é uma aberração.

Nada contra o Robert, mas se você pegar qualquer piloto e tirar 70% do movimento do braço, acabou.

Pegue o melhor piloto do ano, no caso o campeão de 2017, Lewis Hamilton. Tire 70 % do braço direito dele e mais, deixe ele longe da F1 por 7 anos. Alguém tem dúvida de que se ele resolvesse voltar em 2018 ele não seria o mesmo Hamilton que nos vimos esse ano? Precisa de teste para chegar a essa conclusão? Resposta: Não!

E tem mais...

A F1 hoje em dia é reflexo puro. Por isso os pilotos são cada vez mais jovens.

Antigamente você freava nos 50m, hoje é nos 25m. Reduziram pela metade o espaço da frenagem. Se reduziram pela metade o espaço, você precisa ter o dobro dos reflexos de um piloto do passado.

Quando o Nelson sofreu aquele terrível acidente em Indianápolis, durante uma entrevista ele fez um comentário interessante. Como ele ficou muito tempo na cama, ele assistiu muita televisão e comentou que tinha visto um jogo da Copa de 70 e o jogo parecia em camera lenta comparado com o futebol de hoje. Isso vale para o automobilismo.

Hoje o poder de reação em responder é muito mais rápido, pois os carros são mais velozes nas curvas e nas aproximações dessas. Nas retas a velocidade é a mesma, mas o resto mudou.

Villeneuve falou a verdade quando disse que é impossível você dirigir um F1 com uma mão.

Robert não consegue apertar a borboleta do volante com os dedos. Se ele não consegue fazer isso é porque ele também não consegue fechar os dedos com firmeza para segurar o volante. Ele só encaixa a mão direita no volante usando o polegar, os outros 4 dedos não devem ter força suficiente para segurar um volante. É um risco como o Jacques comentou. A FIA que hoje tem regra para tudo, precisa olhar para isso com seriedade.

A limitações físicas do Robert não o impediriam de disputar Indianápolis, onde não se troca de marcha e o movimento do volante é mínimo, mas na F1 isso é um risco.

Vettel também levantou uma questão interessante. Porque tanto tempo para voltar. Se ele estava apto para a F1.

A Renault nunca teve intenção de contratá-lo. Por um simples motivo: eles querem vencer corridas.

Quem quer vencer não vai buscar um piloto de 32 anos, deficiente físico e afastado das corridas por 7 anos.

A Renault fez um gesto de carinho com o Robert presenteando-o com a aquele teste na F1. Só isso.

Foi a Williams quem começou com essa história absurda do seu retorno as pistas.

E a toda hora a coisa fica mais surreal.

Paddy Lowe declarou que o problema físico do Kubica não atrapalha em nada o seu desempenho.

Conclusão. Se o defeito físico não atrapalha, então o que está atrapalhando? 

É uma boa pregunta que até agora está sem resposta.

Foi dito que a idéia partiu de Lowe, que ele pressionou para trocar Massa por Kubica.

Lowe não querer Massa pode até ser crível, mas daí dizer que ele preferia Kubica! 

Aí a historia já começa a ficar sem pé nem cabeça. Muito difícil de acreditar nisso.

Que chefe de equipe atual iria querer Kubica como piloto?

Nenhum.

Jogada de marketing também garanto que não é.

Só ia dar certo se ele vencer corrida. Se isso não ocorrer vai ser propaganda negativa.

No primeiro mal resultado dele vão dizer que "desenterraram um morto". 

Com essa demora em definir sua contratação, até o pessoal do #voltakubica começa a ficar com uma pulga atrás da orelha.

Imaginem a situação dos patrocinadores Martini e outros, com essa indefinição. Até a pior equipe, a Sauber, já definiu seus pilotos. Resolveu sua vida para 2018 enquanto a Williams ainda está na fase dos "testes".

Quando ventilaram o nome do polonês eu tive a mesma reação do Montoya:

"É uma brincadeira, né!"

Pessoal eu juro que não sei o que está acontecendo na equipe Williams. Fundi a cabeça e não cheguei a nenhuma conclusão lógica. Talvez Flavio Gikovate fosse a pessoa mais indicada para encontrar uma resposta, mas como ele já morreu, fica aqui a minha conclusão:

Frank Williams já está gagá e foi internado numa clínica de repouso.

Paddy Lowe, que eu achei que fosse entrar no time como uma espécie de Ross Brawn da Williams, pela sua postura e declarações diante da situação, se mostrou um autêntico "marido da rainha". Vulgo "banana".

Claire, que é realmente quem manda na equipe, teve "depressão pós-parto" e tentou praticar um "infanticídio" contra a própria equipe.

No aguardo pelo fim da novela...